Grant Gustin concedeu uma entrevista exclusiva ao Publimetro da Colômbia. Na entrevista, ele falou sobre o desenvolvimento da sua carreira profissional e da sua ligação com o Barry após tantos anos interpretando o mesmo personagem, a nova temporada de The Flash e o crescimento do Arrowverse.

Publimetro: Do seu ponto vista, de que maneira essa série tocou os telespectadores?
Grant: Não quero parecer egocêntrico, mas eu sinto que esse tipo de produção fez com que muitas pessoas voltassem a acreditar nos super-heróis. E claro, penso também que conseguimos que outra classe do público tenham se apaixonado por eles pela primeira vez. E muito mais que buscar audiência, considero que o objetivo é que os telespectadores acreditem… Mas não nos personagens com poderes incríveis, mas que acreditem que os heróis sim existem e que podem ser pessoas de carne e osso como eu ou você.

Publimetro: E esse foi um triunfo de vários…
Grant: Quando comecei nessa série jamais imaginei o seu sucesso, e é certo dizer que o mundo dos super-heróis começou a se tornar maior e maior e então não só se tratavam de produções para a TV como também filmes e mais tarde esses personagens incríveis se apoderaram do streaming. E acreditem em mim, no lugar de estar furioso porque chegaram para tomar o meu lugar, o que senti foi orgulho pois realmente estávamos gerando uma revolução e o retorno dos super-heróis.

Publimetro: Como você definira o Flash que veremos nessa nova temporada?
Grant: Verão a um Barry Allen muito mais maduro e acredito que isso é o que precisa acontecer com um personagem quando um único ator o interpreta por tanto tempo. Eu mudei muito como ser humano e como artista e considero que essa evolução precisa ser notada no personagem.
Além disso, para os novos episódios se encontrarão com um Barry que está totalmente conectado com seus poderes, mas que acima de tudo, compreendeu que o trabalho em equipe é importante na hora de salvar o mundo e resgatar seus entes queridos.

Publimetro: Quem era o Grant antes dessa produção e quem é agora?
Grant: Sempre me considerei uma pessoa sensível, mas com caráter quando se trata de sair correndo para alcançar seus sonhos. E acredito que depois de tanto anos dando vida ao Barry, me tornei um homem ainda mais sensível e apaixonado. Além disso, esses anos me transformaram em um ator melhor e nesse momento da minha vida me sinto capaz de assumir qualquer personagem. O tempo não passa em vão e eu sinto que a cada temporada, com cada vela que apago no bolo, sou um sujeito mais forte e maduro.

Publimetro: The Flash sempre soube aproveitar muito bem os famosos Crossovers e sem dúvidas, muitos telespectadores sempre esperam isso nas diferentes temporadas…
Grant: Como ator e como fã da série, queria confessar que também sou viciado nesses capítulos. Acredito que essa grande contribuição dos quadrinhos deveria ser explorado na televisão, e bem, milhares se mostraram felizes com isso. Do meu ponto de vista, isso ativa a criatividade não só dos escritores mas também dos atores. Além disso me parece que esse toque de suspense é o que toda série precisa, e é também o que os telespectadores estão esperando do novo super-herói que chegará na história e junto com isso, também se perguntam em que outro show o Barry aparecerá.

Publimetro: Grant Gustin é um amante dos quadrinhos? Qual seu super-herói favorito?
Grant: Sinceramente não. Claro que como toda criança cheguei aos quadrinhos, mas seria uma mentira dizer que era um grande fã antigo daqueles que queriam cada história e volume. Não perdia os filmes e os programas de televisão que sempre tiveram a ver com o tema. E entre todos os super-heróis acredito que o meu favorito sempre foi o Superman, e na realidade segue sendo, que me perdoe o Flash.

Fonte: Publimetro – Colômbia

Tradução e adaptação: Grant Gustin Brasil

CISCO E CHESTER VOLTAM NO TEMPO – Cisco (Carlos Valdes) e Chester (Brandon McKnight) viajam no tempo e ficam presos em 1998, repetindo o mesmo dia várias vezes. A chave para voltar para casa está na casa da infância de Chester, mas ele se recusa a visitá-la. Enquanto isso, Iris (Candice Patton) estabelece uma conexão com a força de aceleração.

Jeff Byrd dirigiu o episódio escrito por Kelly Wheeler e Emily Palizzi.

Fonte: The CW

Tradução e adaptação: Grant Gustin Brasil

Ao ponto de festejar sete anos desde que o canal CW o oficializou como o papel principal de The Flash, Grant Gustin transparece bem o que a fama deu e o relaxamento com o qual aceita ficar marcado para sempre com um só personagem.

“Nem todos os atores tem a oportunidade de interpretar um personagem com o qual simplesmente te associem pelo resto da sua vida e carreira profissional”, conta em videochamada. “Quer dizer, estar caminhando na rua e alguém me reconhecer pela série e que não seja “Grant, Grant, Grant” e como “Barry Allen, The Flash, isso seria genial”.

“Barry Allen e The Flash são muito maiores que qualquer ator. E este legado viverá muito mais tempo que eu, independentemente do que eu faça pelo resto da minha carreira como ator e minha vida de um modo geral”, nesse momento, Grant se levanta e no fundo de sua videochamada somos capazes de ver que está rodeado de artefatos pop e alguns posteres de The Flash.

Por anos ele foi o único Flash das telas mas faz alguns anos que o ator compartilha o personagem com Ezra Miller, o ator interpretou Barry na Liga da Justiça e agora terá seu próprio filme solo.

Qual é a sua opinião sobre a consolidação de super-heróis na tv?

Grant: Sim, o Arrowverse, ou o Berlantiverse como chamam alguns cresceu e é genial vê-lo mudar e se tornar maior constantemente. E não só o Arrowverse. Estamos vendo todo tipo de série de super-heróis com estilos diferentes na televisão, também estão acontecendo os filmes que só se tornaram maior e maior e mais disponíveis. O que está acontecendo é que podemos conseguir de uma maneira que não possível há cinco ou dez anos. Para a televisão, a gente pensou que não era possível fazer isso no nível em que estamos realizando porque havia muitas limitações com o calendário. Mas aconteceu e não só com nosso programa, também com Supergirl, Black Lightning, Legends Of Tomorrow. É muito incrível e chegar a ser uma pequena parte dele e ser parte do legado de Flash.

Os cinemas e os shows provavelmente serão diferentes depois do Coronavirus. Você acredita que as histórias de super-heróis serão diferentes após a pandemia?

Grant: Minha reação inicial para isso é que não, para ser honesto. Aceito completamente outras opiniões e aceito isso, mas vejo esse gênero de narração em sua maior parte como um escape e uma forma em que sonhamos com o que poderia ser e como os super-heróis poderiam nos ajudar. Creio que é um bom lugar para onde ir, ao invés de pensar que o coronavirus ou o que seja, talvez esteja acontecendo com o mundo. Sem mencionar que deveríamos nos envolver com os assuntos sociais, políticos e outras dificuldades que aparecem nas histórias. Não acredito que o panorama da televisão em relação aos super-heróis precise mudar drasticamente com o coronavirus. Enquanto, de novo, estaria completamente aberto a escutar algo diferente sobre isso.

Fonte: La Tercera

Tradução e adaptação: Grant Gustin Brasil

 

PSYCH ATACA CENTRAL CITY – Quando um novo vilão poderoso, Psych (ator convidado Ennis Esmer), canaliza e amplifica os medos de todos a fim de causar estragos em Central City, Barry (Grant Gustin) percebe, com a ajuda de Cecile (Danielle Nicolet), que ele deve enfrentar seu pior medo para vencer esta nova ameaça. Enquanto isso, Joe (Jesse L. Martin) fica surpreso quando Kristen Kramer (atriz convidada Carmen Moore) da Comissão de Logística Municipal do Governo entra na CCPD para uma visita. Iris (Candice Patton) avisa seu pai para cavar mais fundo sobre porque Kristen está realmente lá. Caitlin (Danielle Panabaker) e Frost discutem sobre como viver suas vidas.

David McWhirter dirigiu o episódio com história de Thomas Pound e teleplay de Lauren Barnett e Christina M. Walker.

Fonte: The CW

Tradução e adaptação: Grant Gustin Brasil